domingo, 31 de maio de 2009

Alguns modelos de ônibus que já circularam no DF

Alguns modelos de ônibus já usados no sistema de transporte coletivo do DF. O ano indica o início da operação.

BUSSCAR
Busscar Urbanus
Buscar Urbanus Scania L-113CL, Viplan, 3 portas, alongado
Buscar Urbanuss
Busscar Urbanus II - Mercedes Benz OF1721 Curto - São José e Riacho Grande (1997-1998)
Busscar Urbanus II - Scania F113HL (ex-rápido araguaia) atual Condor em 2009
Busscar Urbanus II - Mercedes-Benz OF 1620 (Alongado) Exp São José(aposentados) e Riacho Grande(em circulação) (Meados 1995/1996)
Busscar Urbanuss Pluss, Rápido Brasília
Busscar Urbanuss Pluss articulado, Rápido Brasília

CAIO
Caio Bela Vista, década de 1970
Caio Gabriela Pioneira 1977
Caio Amélia Viplan 1987
Caio Carolina V MBB, zebrinha, 1993
Caio Alpha MB OF-1620, Viplan, 1995
Caio Induscar Apache S21 MBB OF-1721, Viplan
Caio Induscar Apache S21_Volksbus 17 210 EOD, Riacho Grande
Caio Induscar Apache STD Volksbus 17 210 EOD, Riacho Grande
Caio Induscar Apache Vip Volksbus 17 210 EOD, Riacho Grande
Caio Induscar Apache Vip SC MBB OF-1722M, Rápido Brasília
Caio Induscar Millennium Volksbus 17-260 TCB, 2008
Caio Induscar Millennium MBB O 500 , TCB, 2009
Caio Vitória_MBB OF-1620, Viplan, 1989
Caio Vitória, TCB
Caio Induscar Apache Vip
Caio Induscar Apache Vip SC
Caio Induscar Apache Vip II

CERMAVA
"Papa-filas" FNM, TCB, 1967

CHEVROLET
Chevrolet 51 (lotação), Expresso Brasil, 1957 (ex-Anápolis)

CIFERAL
Ciferal Citmax - 1997 (aprox)
Ciferal Condor (articulado)
Ciferal Gls Bus Ford B1618 TCB 1996
Ciferal Padron Alvorada Planeta e Satélite (final década 1980)
Ciferal Padron Rio

COMIL
Comil Doppio
Comil Svelto
Comil Svelto III
Comil Svelto IV
Comil Svelto V MBB OF-1418, Planeta, 2009
Comil_Svelto_NS_MB_OF-1722M Rápido Brasília
Comil Piá 2008 MBB LO 815, zebrinha

GRASSI
Grassi
Grassi Governador, Taguatinga, década de 1960

INCASEL
Incasel Cisne MB OF 1113 Década 1980

MAFERSA
Mafersa Cummins M210, 1991/1992

MAGIRUS DEUTZ (chassi)
Magirus Deutz - Viação Planalto (Vilplan) Viplan 1970

MARCOPOLO
Marcopolos Bertioga TCB 1970
Marcopolo Invel, zebrinhas, 1981
Marcopolo San Remo
Marcopolo Torino G6_MB_OF-1721 Rápido Brasília
Marcopolo Torino GV_Scania_F113HL Rápido Brasília
Marcopolo Torino GV MB OF-1721, São José
Marcopolo Torino , 1983
Marcopolo Torino G4, 1984
Marcopolo Torino LN, 1991
Marcopolo Torino GV, 1995
Marcopolo Torino GV2, 1998
Marcopolo Torino G6, 2006
Marcopolo Torino G6 Articulado
Marcopolo Veneza, TCB, 1973
Marcopolo Veneza Expresso Cummins, TCB 1976 (projetado p/Curitiba)
Marcopolo Viale Scania L94IB, Rápido Brasília

MASCARELLO
Mascarello Gran Via, Riacho Grande, 2009

MERCEDES BENZ
Monobloco Mercesdes Benz 0-321- HL TCB, Expresso Brasil, Pioneira 1960
Monobloco Mercedes Benz 0-352 TCB 1976
Monobloco Mercedes Benz 0-364 TCB
Monobloco Mercedes Benz 0-371 UP TCB

METROPOLITANA
Metropolitana 1957, década de 1960
Metropolitana 1964, Taguatinga, década de 1960

NEOBUS (San Marino Ônibus e Implementos Ltda.)
NeoBus Mega 2007 VolksBus 17 230, Cootarde

SCANIA VABIS

THAMCO
Thamco Aguia
Thamco Alvorada
Thamco Scorpion I 1989
Thamco Scorpion II 1993

VIEIRA
Novo Rio TCB 1972

VOLARE
Volare W8, 2008
Volare W9, 2008

Justiça proíbe início das obras do Veículo Leve sobre Trilho

TRIBUNA DO BRASIL
20 de maio de 2009
Autor: Verônica Soares
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Mais uma vez, o Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) questiona o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Decisão do Tribunal de Justiça, que acatou recomendação do MPDF, proíbe o início das obras do trem, que deverá ser construído ao longo das Avenidas W3 Sul e Norte. Na argumentação do MP, o projeto não tem licença ambiental. Segundo a promotora do MP, Ana Claudia Manso, além da falta de licenciamento ambiental, outra preocupação é com a arquitetura da cidade, uma vez que o Plano Piloto é tombado como Patrimônio Histórico. Segundo ela, o MP não está questionando a viabilidade do VLT, mas sim se a construção dele vai ferir dois patrimônios de Brasília: a parte ambiental e arquitetônica da cidade. Se for construído, aproximadamente 1,5 mil árvores serão retiradas da W3. O Ministério Público (MP) também fez recomendações ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e aguarda uma resposta. Em fevereiro deste ano, depois de entrar com ação civil pública questionando a falta de estudo de impacto ambiental, o MP obteve limitar favorável, que impedia o início das obras. Mas o governo do Distrito Federal conseguiu cassar a decisão da Justiça, apresentando outra licença. No entendimento do MP, a Licença Prévia 1/2008, emitida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e apresentada pelo governo não se refere à construção do VLT, mas sim à implementação projeto viário Brasília Integrada. Ou seja, permite apenas a construção de corredor exclusivo para ônibus.Por sua vez, o secretário de Transporte, Alberto Fraga, garantiu que o projeto cumpre todas as exigências e que o patrimônio arquitetônico da cidade será preservado. O secretário disse que está esperançoso da emissão do documento, ressaltando que não pretende entrar com nova liminar para questionar a decisão judicial.Segundo Fraga, a demora na emissão do documento se deu porque, antes, as licenças ambientais eram emitidas pelo Ibama. Agora, como o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) é o responsável pela emissão de licenças ambientais em todo o DFl, o processo, que já estava no Ibama, sofreu atraso.

sábado, 30 de maio de 2009

Menos ônibus para atender ao brasiliense

Fonte: CNT - 31 de janeiro de 2005
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A frota de ônibus que integra o sistema de transporte público do DF está menor, embora o número de linhas tenha aumentado nos últimos três anos. Isso quer dizer que o brasiliense terminou o ano de 2004 com uma quantidade menor de ônibus para cobrir distâncias maiores. Os dados do Transporte Urbano do DF (DFTrans) mostram que, no período, o número de linhas passou de 756 para 769, mas a frota diminuiu, passando de 2.391 para 2.313 veículos."Ter menos ônibus para cobrir mais linhas diminui a freqüência com que eles passam pelas paradas. Dessa forma, as pessoas esperam por muito tempo", analisa José Matsuo, especialista em transporte da Universidade de Brasília (UnB). "É por isso que as empresas perdem passageiros para as vans piratas. O serviço dos ônibus é caro e de má qualidade. Além disso, os carros são mal conservados", critica.Matsuo acredita que o número de ônibus é insuficiente para atender à população brasiliense. "As empresas podem até achar que lucram tendo poucos carros e economizando com manutenção, mas acontece o contrário. Muitas pessoas acabam deixando de andar de ônibus", diz o especialista.A teoria de Matsuo é confirmada pelos números. Em 1995, 20.126.417 passageiros eram transportados mensalmente pelos ônibus convencionais do DF, segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). No ano passado, de acordo com a Secretaria de Transportes, esse valor caiu para cerca de 14 milhões de passageiros por mês. O órgão explica, também, que a queda se deve à redução do número de ônibus da empresa TCB, que tinha cem carros em 2002 e encerrou o ano passado com apenas 15.Januário Lourenço, secretário-adjunto da Secretaria de Transportes, afirma que a queda não se deve somente à migração de passageiros para o transporte pirata. "Temos um levantamento mostrando que as 1,4 mil vans regularizadas do transporte alternativo transportam em torno de 10 milhões de passageiros por mês", revela. Ele lembra também que há ônibus do Entorno que fazem linhas no DF e que há passageiros que passaram a utilizar o metrô. Esse serviço, segundo Lourenço, transportará cinco vezes mais passageiros do que hoje após a integração. "A população continua sendo atendida pelo transporte coletivo, mas não da maneira ideal", admite.Lourenço ressalta que aumentar a frota e o número de linhas não é solução para o sistema de transportes do DF. "O transporte convencional atende a massa. Mas é inviável estar em todos os lugares", comenta. Na verdade, ele afirma que a integração com o metrô deverá causar a queda do número de ônibus. "Esse sistema poderá tornar até 500 ônibus desnecessários", acredita.

Licitação em 2005

Liminar determina que realize licitação para ônibus
Fonte: Última Instância - 30 de novembro de 2005
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Uma liminar do desembargador da 4ª Turma Cível, Umberto Adjuto Ulhôa, determina ao Distrito Federal que promova licitação para ônibus no estado. Na decisão, o desembargador afirma que o processo licitatório para o transporte público local é obrigatório, e que o serviço não está incluído nas hipóteses de dispensa ou inexigibilidade de licitação, previstas na Lei 8666/93. O Distrito Federal e diversas empresas de ônibus já interpuseram recurso contra a liminar.O agravo de instrumento foi interposto pelo Ministério Público do DF, em face de decisão da 3ª Vara de Fazenda Pública. O pólo passivo é composto pelo Distrito Federal, além de outras 13 empresas de ônibus: Expresso São José, Viação Satélite, Viação Planeta, Viação Valmir Amaral, Viva Brasília, Santo Antônio Transportes e Turismo Ltda, Lotaxi Transportes, Condor Transportes Urbanos, Sol Transportes Coletivos e Veneza Transportes e Turismo.A ação civil pública originária questiona a legalidade das prorrogações do prazo de validade das permissões e concessões dos serviços de transporte público coletivo. De acordo com o Ministério Público, a Lei Distrital 3229/2003 autorizou as prorrogações dos serviços por mais de sete anos, sem licitação, e em "flagrante ilegalidade". Na liminar, o desembargador diz que tais concessões e permissões deveriam ter sido licitadas, em processo público e aberto a todos os interessados. O julgador afasta a possibilidade de dispensa de licitação: "É que a dispensa de licitação - ainda que diagnosticada situação de emergência pelo administrador - restringe-se a obras e serviços, desde que concluídos no prazo máximo de 180 dias, consecutivos e ininterruptos, contados da ocorrência da emergência". Umberto Ulhôa não considera que a decisão venha a criar risco ou situação irreversível à Administração Pública. O julgador explica que a decisão visa "tão somente" conferir ineficácia às prorrogações de concessões e permissões outorgadas por meio dos artigos da Lei 3229/2003.Na decisão, o desembargador destaca que o objetivo da liminar é evitar as prorrogações perpétuas: "o intuito é estancar o modus operandi da Administração pública em manter-se inerte à obrigação de licitar, privilegiando o oligopólio e a perpetuidade das permissões para exploração do serviço de transporte público coletivo do DF".

Novos Ônibus em 2006

Frota de ônibus começa a ser renovada
Fonte: Jornal de Brasília - 16 de janeiro de 2006
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Depois de dois anos de discussões do projeto de integração do transporte público do Distrito Federal, batizado de Brasília Integrada, o primeiro passo para a efetiva operacionalização do sistema foi dado ontem. Cem novos ônibus começaram a rodar pelas ruas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Candangolândia e Riacho Fundo – atendendo cerca de 30 mil pessoas. A renovação é um dos pré-requisitos do projeto de integração que só deve ser completamente implementado em 2009.Até lá, a Secretaria de Transportes prevê que toda a frota de ônibus do DF, atualmente de 2.300 veículos com idade média de sete anos e meio, seja renovada. O custo, de R$ 500 milhões, será dos empresários. Para trocar os cem ônibus, que fazem a linha de ligação entre as cidades-satélites e o Plano Piloto, as empresas investiram R$ 15 milhões. De acordo com o secretário de Transportes, Mauro Cateb, 400 veículos devem substituir ônibus velhos do sistema até o final do ano.O número é seis vezes maior que a frota trocada durante todo o ano passado, quando 60 ônibus novos passaram a circular no DF. "Quem não cumprir o programa de renovação de frota ficará impedido de rodar", advertiu Cateb. Além de novos, os ônibus deverão ser do modelo low entry, com o piso baixo, especial para a entrada de deficientes físicos e idosos. De acordo com o Brasília Integrada, 10% da frota precisa garantir a acessibilidade. Hoje, nenhum ônibus no Distrito Federal é adaptado.A segunda etapa para a operacionalização do Brasília Integrada é a instalação das catracas eletrônicas que irão viabilizar o sistema de bilhetagem eletrônica no transporte público do DF. É com esse bilhete que o passageiro poderá usar ônibus e metrô pagando uma tarifa única. Os novos ônibus apresentados ontem pela Secretaria de Transportes ainda não têm catraca, mas Mauro Cateb garante que o sistema elétrico deles está preparado para a acoplagem dos equipamentos.Quem irá bancar a instalação das catracas são os empresários. A secretaria homologou, no final de 2005, sete empresas que podem oferecer a tecnologia para os ônibus e os empresários têm 45 dias para providenciar as negociações. O prazo acaba no final do mês e o governo promete controlar o trâmite. "As empresas precisam enviar uma cópia do contrato fechado para a secretaria", explica o secretário-adjunto de Transportes, Januário Lourenço.Depois do contrato assinado, a instalação das catracas nos ônibus depende do prazo de cada empresa. Cateb acredita que os primeiros testes comecem a ser feitos no início de fevereiro. "Até julho as catracas devem estar funcionando", prevê.

Proposta de Integração em 2006

AGR quer integrar linhas de ônibus
Notícia de 6 de fevereiro de 2006
AGECOM - Agência Goiana de Comunicação
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O presidente da AGR, Wanderlino Teixeira de Carvalho e o diretor de Transportes, Uassy Gomes, vão discutir hoje, a partir das 15h30, a criação de um consórcio de transportes para o Entorno de Brasília. O projeto da AGR será apresentado à Rede Integrada de Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal (Ride), em Brasília. A proposta é unir nesse consórcio os governos de Goiás, Distrito Federal e a União integrando as linhas que atendem meio milhão de usuários de Luziânia, Valparaíso, Novo Gama e Cidade Ocidental, além dos distritos de Lago Azul, Céu Azul e Jardim Ingá.A idéia é construir cinco estações de integração entre linhas municipais e intermunicipais na BR 040, uma delas terminando no Metrô de Brasília. Outro esquema sugere que os passageiros sejam desembarcados na entrada do Distrito Federal para o transbordo integrado em veículo do sistema coletivo urbano do DF. O apoio da Ride é considerado decisivo para colocar o plano em prática.

Modelos circulando em 2009 - parte 10

Comil Svelto 1997 da Viação Pioneira, fotografado no eixo Rodoviário Sul, junto ao Setor de Diversões Sul (SDS).

O primeiro modelo Svelto foi lançado em 1989.
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Geração Comil Svelto:




Cisne (1986)
Svelto I (1989)
Svelto II (1996)
Svelto III (2000)
Svelto IV (2008)



Notas:


O modelo Svelto I em 1994 ganhou novos  faróis.
Em determinadas partes do país os modelos Svelto II e Svelto III foram apelidados, respectivamente, de FD e NS. 


Fonte: 


Bibiana Formariz
Comunicação e Marketing
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